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Custo da barragem do Piraí aumentou mais de R$ 80 milhões em 6 meses

A construção da segunda fase da barragem do Piraí ainda depende de viabilização de recursos financeiros pelos municípios envolvidos. Entretanto, o custo para conclusão das obras sofreu um grande aumento nos últimos meses.

De acordo com informações obtidas pelo PRIMEIRAFEIRA, junto ao Consórcio Intermunicipal do Ribeirão Piraí, serão necessários cerca de R$ 230 milhões para a segunda fase. O valor é cerca de 50% superior ao apresentado por integrantes do consórcio no final de 2025.

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, em novembro de 2025, o prefeito de Indaiatuba Dr. Custódio Tavares, afirmou que a segunda fase da barragem custaria R$ 150 milhões. Naquela oportunidade, junto do prefeito de Salto, Geraldo Garcia, e da superintendente do Conirpi, Vanessa Kuhl, eles entregaram um ofício ao vice-presidente Geraldo Alckmin, durante evento realizado na cidade de Itu.

O Conirpi já protocolou junto ao Ministério das Cidades, uma Carta Consultano valor aproximado de R$ 233 milhões. Além disso, o consórcio está em tratativas com o Governo do Estado para a possibilidade de investimentos através do UniversalizaSP, para a segunda etapa. Entretanto, a solicitação ainda não avançou.

De acordo com o Conirpi, o aumento do valor foi a necessidade de realizar programa de combate às perdas para os municípios (Itu, Salto e Indaiatuba) mais a construção da adutora de Itu e nova ETA de Itu, que não estavam previstas no projeto inicial. A solicitação de inclusão, segundo o consórcio, foi uma exigência de complementação do próprio Ministério das Cidades.

A primeira fase da obra da Barragem do Piraí conta com investimentos estaduais e federais que somam aproximadamente R$ 111 milhões, dos quais R$ 70,2 milhões vieram por meio de convênio junto ao DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) e R$ 41,4 milhões da Caixa Econômica. Custo total da obra se aproxima dos R$ 350 milhões.

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