A cidade de Salto está entre as cidades de médio porte com melhor qualidade de vida do Sudeste. As informações são do ranking As Melhores Cidades do Brasil 2026, levantamento elaborado pela Revista Veja Negócios em parceria com a Austin Rating, principal empresa de classificação de risco do país.
A cidade ficou na 10ª colocação entre as cidades com população variando entre 50 mil e 200 mil habitantes. Nesse quesito, a melhor cidade em Qualidade de Vida foi Maricá (RJ), seguida por Rio das Ostras, também do Rio de Janeiro; e Ferraz de Vasconcelos (SP).
O levantamento ainda traz Salto na 11ª posição do ranking em Indicadores Econômicos; 17º em Renda e Emprego; 17º em Indicadores Digitais; 19º em Capacidade de Arrecadação e 20º em Mobilidade Digital.
O levantamento avalia todos os municípios brasileiros pelo Índice de Inclusão Social e Digital, o IISD, construído a partir de 253 indicadores distribuídos em quatro pilares: fiscal, econômico, social e digital.
O estudo utiliza o Índice de Inclusão Social e Digital (IISD), composto por 253 indicadores distribuídos nas áreas fiscal, econômica, social e digital. A metodologia considera tanto a situação atual de cada município quanto sua evolução ao longo do tempo.
Os indicadores dividem-se em 49 determinantes, com pontuação integral, e 204 condicionantes, com peso proporcional. Em cada um deles, o município mais bem colocado recebe 5 570 pontos, e o último, 1 ponto. A ausência de dados resulta em nota zero. O critério vale para as análises do desempenho atual e da evolução histórica.
O levantamento também considera os quatro pilares do Índice de Inclusão Social e Digital: fiscal, que reúne indicadores de arrecadação, execução orçamentária, investimentos em saúde e educação, austeridade e capacidade de pagamento; econômico, que avalia renda, emprego, estrutura produtiva e comércio exterior; social, que engloba qualidade de vida, educação, saúde, habitação, infraestrutura, atenção à juventude, responsabilidade social e desenvolvimento municipal; e digital, que mede a infraestrutura tecnológica, o acesso à internet, a mobilidade e a conectividade da população.
O levantamento utiliza exclusivamente informações públicas oficiais, provenientes de órgãos como IBGE, Secretaria do Tesouro Nacional, Datasus, Denatran e ministérios federais, o que permite a verificação independentemente dos resultados.