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Ano eleitoral

Ano eleitoral é sempre muito agitado. Com o avanço das redes sociais, tal agitação parece potencializada, tendo em vista a quantidade de informações que nos são expostas advindas das mais variadas fontes possíveis. Vídeos, fotos, memes, textões, entre outros recursos utilizados por diversas pessoas para exporem seus pontos de vista político ou mesmo criticar determinadas ações de grupos que consideram como oposição.

Em ano que o povo brasileiro vai às urnas exercer seu papel de cidadão em um país democrático, sempre procuro expor aos meus alunos de ensino médio (faixa etária que já é possível votar) a preocupação com os discursos políticos de pessoas com intenção em ocupar uma cadeira no Poder Executivo ou Legislativo, no caso de 2024, as eleições são para prefeitos e vereadores.

Bom, um pouco do que converso com meus alunos, seja em sala de aula ou fora dela, é que observem bem os discursos daqueles que estão se projetando politicamente. Vejo muitos vídeos de pré-candidatos que falam, falam e falam, apontam problemas interpretados a sua própria maneira, gravam vídeos satirizando feitos ou outros possíveis pré-candidatos, são verbos, na maioria das vezes, jogados aos ventos, ou até mesmos descompromissados com a verdade.

Meu amigo leitor e amiga leitora, façam esse exercício. Entre nas redes sociais daquele(a) pré-canditado(a) e escute o falatório. Veja se além de apontar, propõe alguma solução, alguma ideia de melhoria. Frases como: “Ah, a saúde está um caos, cadê os governantes?”; “O povo já não aguenta mais essa falta de planejamento urbano.” São falas que, quando soltas, servem somente como desabafos ou tentativa de “lacração”. Cadê a proposta do postulante ao cargo público? O que você, caso eleito(a), fará para resolver essa situação apontada por você mesmo?

Falo sempre aos estudantes: não escolham seus candidatos pelo poder de “lacrar” nas redes sociais, isso é muito fácil de fazer. Escolham pelo histórico da pessoa (não estou nem mencionando questões de partido). Algumas reflexões que valem serem pensadas: esse candidato que eu entregarei meu voto, já ocupou algum cargo do executivo ou legislativo? Se a resposta for sim, quais foram suas ações no período em que esteve? Se for não, já fez alguma ação pela sociedade em que vive, já propôs alguma melhoria? Participa de conselhos municipais? Desenvolve algum projeto junto à comunidade mesmo não fazendo parte da política enquanto instituição?

São alguns, dos vários questionamentos possíveis.

Na verdade, nós, cidadãos, já estamos sem paciência para lacradores de plantão.

O que a gente quer é ação.

Um bom fim de semana a todos e todas.

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