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Cidades

Interligadas

Decisão correta

Os vereadores Alessandro Dernival (Patriota), Antônio Cordeiro (PT), Gideon Tavares (Podemos), Edival Pereira Rosa (União Brasil), o Preto; Ezequiel Damasceno (Progressista), o Kiel; José Benedito de Carvalho (Solidariedade), o Macaia; e Cícero Landim e Henrique Balseiros (ambos do PL), tomaram a decisão correta ao pedir a retirada da pauta de votação, na terça-feira (10), do projeto que aumentava o número de cadeiras na Câmara de Salto de 11 para 15.
Não é o momento para fazer essa alteração, em que pese a defesa que se faz de que a Constituição Federal permite e que há orçamento para custear o aumento de gastos. Orçamentariamente pode até haver previsão de custeio, mas a cidade passa por um momento difícil na sua arrecadação em função ainda dos danos causados pela pandemia e agora por conta do fechamento de diversos postos de trabalho e mesmo de empresas, principalmente micros e pequenas.
Ao mesmo tempo que as receitas caem, as despesas aumentam, pois é necessário dotar a cidade de toda a infraestrutura necessária para a sua população e ainda faltam creches, escolas, postos de saúde, asfalto e, sobretudo, ainda falta água. Há um esforço grande da administração, por meio de um empréstimo de R$ 60 milhões, feito neste ano, para que se consiga resolver pontos nevrálgicos, mesmo assim, o tempo é curto para isto e as obras demoram.
Outro ponto a ser considerado é que a Câmara terá de usar uma boa parte do seu orçamento para custear as reformas do novo prédio que abrigará os trabalhos dos vereadores. A antiga “Vaca mecânica”, instalada perto do Terminal Rodoviário, que foi escolhida para essa destinação, vai requerer grandes esforços orçamentários para ficar adequada. Se há uma queda de arrecadação – e ela já foi demonstrada pela Prefeitura na própria Câmara – precisa pensar.
Por último, é importante ressaltar que trabalho de vereador é como o trabalho de empregado sem registro. Não há estabilidade garantida. Cada um tem de mostrar o seu empenho em favor da população para merecer o voto novamente. Os atuais vereadores já venceram todos os demais candidatos. Então têm mais chances de continuarem lá, uma vez que tiveram quatro anos para mostrar sua capacidade. Não precisam de mais vagas para se assegurarem.

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