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Os amores que eu tive

Antes de aprender a ler e escrever, que quem me ensinou acaba de nos deixar nesta vida, a professora Ione Bergamo Santos, a quem tive algumas oportunidades de agradecer por ter sido minha professora da alfabetização; eu já sentia amor por professoras; os professores só foram aparecer no ginásio e todo o primário fomos ensinados por mulheres. Algumas doces, outras bravas, umas que misturavam isto e podiam ser boas ou bravas em questão de dias e dependendo do acontecido, em horas. Sara Begossi, Odimea Cavalcante Abe, esta mais que amiga até os dias atuais, Célia Biston, Marilene Rocco, Leda Clara Moretti, Nereide Hulmann, Cristina Lara e Shirley Souza Barcella, que aniversariou dias atrás: -Parabéns, minha professora querida!
Eu gostava e gosto ainda de saber nome e sobrenome das pessoas, é o primeiro ponto que as faz diferentes de outras do mesmo nome. Não precisei de redes sociais para saber os nomes completos de quem fazia parte dos meus dias. Dedico a todos os professores que tive na vida, os melhores e maiores agradecimentos. Através deles vi o mundo que anterior a eles era tão pequeno, se abrindo em saberes, a maioria que ficaram aqui, na mente e principalmente aos que estão até hoje, dentro do coração. Suas atitudes, mais que o ensino, costumam marcar a vida de quem passa por vocês. Se os alunos são tantos que nem sempre é possível se lembrar de cada um deles, saibam que vocês costumam estar na mente da grande maioria, pelo tempo que lhes foi dedicado em sala de aula.
Por meu querer, seus salários seriam os maiores de toda e qualquer nação, principalmente para que vocês pudessem se dedicar de corpo e alma ao ensino do que outros professores ensinaram a vocês, a cada criança, jovem ou adulto que aprenderam e se formaram, através do seu saber.
Meus primos! Eu teria um livro para contar das tantas histórias que vivi junto de cada um deles. Com todos os primos, filhos de tios e tias, eu tive algum tipo e tempo de convivência e com todos sempre foi muito bom estar por perto. Ao Osvaldo e ao Toninho, primos através de pais que são irmãos, eu agradeço a companhia pelas florestas do parque Bela Vista ou Vila Roma e Santo Antônio, em que subíamos em todas as árvores que estivessem ao alcance dos nossos pés e pernas e vez em quando, escondidos lá em cima, vivíamos aventuras em que o mais difícil era a noite chegar e termos que parar tudo, pois tia Maria já nos caçava pelo nosso mundinho, tão pequeno aos olhos dos outros e enorme para tantas brincadeiras e passa córregos e banhar-se nas águas do Lageado, cristalinas que já foram.
As primas eu também dedicava momentos de brincar de bonecas, mas garanto que o melhor era naquele tempo, ainda poder correr o mundo, sem que os adultos verdadeiramente tivessem que se preocupar sobre onde estávamos. E estarmos seguros.
Mais uma vez, falta espaço, mais uma vez, volto mês que vem e continuo.

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