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Prevenção do suicídio e promoção da vida

O suicídio é um importante problema de saúde pública com impactos no mundo todo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 703 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano em todo mundo. A cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio. Todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária, câncer de mama e homicídios. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar pessoas de diferentes origens, culturas, sexos, classes sociais e idades. A depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25% apenas no primeiro ano de pandemia.
Setembro Amarelo é o mês dedicado à Prevenção ao Suicídio. Trata-se de uma campanha, que teve início no Brasil em 2015 e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, bem como evitar o seu acontecimento. No dia 10 de setembro se comemorou o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.
A campanha teve o objetivo de promover eventos, debates e discussões sobre a importância de cuidar da saúde mental. Afinal, não há saúde sem saúde mental. Durante todo o mês, a sociedade se uniu para debater saúde mental e para relembrar a importância de reconhecer sinais de comportamento depressivo ou suicida em pacientes, familiares e amigos e em si próprio também. Nesse sentido, trabalhou-se a valorização da vida.
O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade. Todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu. É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha! A prevenção do suicídio deve ser também um movimento que leve em consideração os aspectos biológico, psicológico, político, social e cultural, no qual o indivíduo é considerado como um todo em sua complexidade.
Pessoas sob risco de suicídio costumam apresentar alguns sinais, como alterações repentinas de humor, falta de esperança, desespero, desamparo, impulsividade, irritabilidade, falar sobre a morte, se isolar da família e amigos, dormir muito ou pouco e perder o interesse pelas atividades as quais sentiam prazer. Fique atento a esses sinais e se você conhece alguma pessoa nessa situação, ofereça ajuda. O comportamento suicida tem sido frequentemente associado a quadros de transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia ou ao abuso de álcool e outras drogas.
Se você não conseguir sozinho, busque ajuda profissional. Um terapeuta pode auxiliá-lo a reconhecer os sinais, sintomas, bem como ensiná-lo a reformular os pensamentos, fazer escolhas e obter melhoria. A mudança é possível.
Quando alguém pensa em suicídio, ela quer matar a dor e não a vida. Precisamos reverter a morte em vida, a desesperança em esperança, o desespero em confiança e o desamparo em amparo!
Lembre-se: A vida é a melhor escolha! Você não está sozinho! Se precisar peça ajuda.
A prevenção ao suicídio não deve se limitar ao mês de setembro, mas sim estender-se por todo o ano.

“Material apenas informativo”
Patricia Zanetti Salvaterra da Silva – CRP 06/130220
Psicóloga

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