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Estiagem, altas temperaturas e aumento de poluentes contribuíram para piora do Tietê

Segundo o estudo Observando o Tietê, da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgados na sexta-feira (20), a mancha de poluição do Rio Tietê superou os 200 quilômetros pela primeira vez desde 2012. É um aumento de 29% em comparação ao ano anterior, quando a mancha cobria 160 quilômetros.

Em Salto, a qualidade em um dos pontos de coleta, no Rio Jundiaí, teve queda em sua média de qualidade da água, saindo de Boa para Regular. Em dois pontos, no Rio Tietê e no Rio Jundiaí, a qualidade da água se manteve regular, enquanto no ponto de coleta do Rio Piray, a qualidade da água manteve-se boa.

De acordo com o estudo, a menor vazão do rio, menor precipitação, maiores temperaturas, alterações no clima, mudanças de uso do solo, dentre outros fatores, indicam maior concentração de poluição no Rio Tietê e seus afluentes. Outra ocorrência que resulta em variações drásticas na qualidade da água do rio Tietê são as operações de barragens que determinam quando e onde o rio terá mais ou menos água.

Apesar da qualidade da água, as corredeiras do Vale do Tietê auxiliam na oxigenação da água e na dispersão de poluentes, com diminuição significativa do impacto do odor, favorecendo atividades turísticas e de lazer na região compreendida pela Estrada Parque APA Rio Tietê e dos parques municipais da estância turística de Salto.

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