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O Protocolo ‘Não se Cale’

O lançamento do protocolo “Não se Cale” em Salto, programa que foi criado pelo governo do Estado, representa um passo significativo na luta contra o assédio, abuso e importunação. Ele é um compromisso firme no sentido de criar ambientes seguros e acolhedores para as mulheres. Essa iniciativa é digna de elogios e de reconhecimento por suas medidas abraçarem de fato a causa.
A presença de autoridades estaduais no evento, incluindo a secretária estadual de Políticas para a Mulher, Sonaira Fernandes, demonstra o comprometimento do governo de São Paulo em enfrentar as questões de violência de gênero, pois onde o Estado não está o que predomina é o irregular, o que se repudia neste caso. O engajamento de líderes locais, como o prefeito Laerte Sonsin Jr. (PL) e o vice-prefeito Edemilson Santos (Podemos), reforça a importância atribuída a essa causa em nível municipal.
O cerne do protocolo reside na capacitação de funcionários de estabelecimentos, como bares, restaurantes, casas noturnas e espaços de festa, para agirem proativamente em casos de violência contra mulheres. A ênfase na prevenção, mudança de padrões de comportamento e fornecimento de suporte mostra um entendimento claro da complexidade desse problema na sociedade.
Um aspecto louvável do protocolo também é a imposição de deveres aos estabelecimentos, que incluem afixar avisos sobre a disponibilidade de auxílio, promover anualmente a capacitação dos funcionários e prestar auxílio imediato às mulheres em situação de risco. Essa abordagem proativa visa não apenas reagir a incidentes, mas criar uma cultura de segurança e responsabilidade.
Um exemplo concreto da aplicação prática do protocolo é o cuidado especial com mulheres em situações vulneráveis, como o caso de uma mulher embriagada em um estabelecimento. Ao invés de simplesmente providenciar um transporte e se livrar da vítima, o protocolo orienta os funcionários a acionarem o sistema de saúde, garantindo um atendimento adequado e sensível.
Por fim, a gratuidade da capacitação oferecida pelo governo de São Paulo para os funcionários desses estabelecimentos é uma decisão estratégica que promove a adesão generalizada, garantindo que as boas práticas alcancem um amplo espectro da sociedade. Isto reflete um compromisso genuíno em capacitar a comunidade e em criar uma rede sólida de apoio, que é tão necessária neste momento.

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