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“Questões ambientais” podem atrasar obra da barragem do Piraí

A obra da barragem do Piraí pode atrasar. Segundo uma publicação do prefeito de Itu, Guilherme Gazzola, questões ambientais podem causar atrasos no cronograma da construção. “Com o início da transição de governo municipal, falamos sobre questões ambientais elencadas pelo Ibama que poderão atrasar o andamento da obra.”

Gazzola esteve reunido com o prefeito de Salto e presidente do Consórcio Intermunicipal do Ribeirão Piraí (Conirpi), Laerte Sonsin Jr., além do prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, da vice-prefeita de Cabreúva, Noemi Medeiros Bernardes, e da superintendente do Conirpi, Vanessa Kuhl. A reunião ocorreu na terça-feira (22), mas a imprensa não teve acesso.

Tanto o consórcio quanto o Ibama foram questionados pela nossa reportagem a fim de explicar detalhes sobre esse impasse, mas até a publicação desta reportagem, nenhum dos órgãos havia respondido.

Esse impasse com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) se arrasta há quase um ano. Em março de 2024, o PRIMEIRAFEIRA publicou uma reportagem na qual o prefeito Laerte Sonsin havia se comprometido a realizar procedimentos exigidos pelo órgão para agilizar a liberação da licença para a construção do maciço de terra .

A necessidade de liberação do Ibama ocorre em virtude de parte da vegetação que terá de ser removida, constituída por árvores em estágio médio, cuja administração está a cargo do órgão.

Embora já esteja em andamento a parte do vertedouro, a escada de peixes provisória, o canal de dissipação e desvio, a torre e a limpeza da área para garantir a reservação (até as proximidades da fazenda Piraí), a primeira etapa da obra já sofre atraso, pois a liberação da construção estava prevista para dezembro de 2023.

A obra da barragem deve atender aproximadamente 700 mil pessoas, proporcionando benefícios ambientais, econômicos e sociais a longo prazo. Até a segunda etapa de construção, ela está orçada em mais de R$ 126 milhões, e os recursos para a execução já estão liberados pelos governos municipais, estadual e federal.

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